“Não sei por que o Avaí não valorizou”
Estou entre os que ficaram contra levar um time descaracterizado, manifestei isso antes. Falei que era medo da verdade, medo de expôr o time titular a uma derrota. O pretexto de observar juniores foi ruim de engolir.
Disse muito bem o presidente da Chapecoense ao final do jogo: “Nós viemos para ganhar, é mais um título, mais uma taça para a nossa coleção”. “Não sei por que o Avaí não valorizou”. Esse o espírito de dirigente que se coaduna com as aspirações do torcedor.
Abdicar de uma possível vitória, em jogo oficial, que mal ou bem sginificaria um título, ainda que modesto, para observar juniores? Mas o que falta ao Pingo observar, que o torcedor já não saiba?
Observar mais o Aleks, por exemplo? Esse rapaz, há anos na reserva, não aconteceu em jogo nenhum, treme, sempre tremeu, e o torcedor treme junto, com ele no gol. Aleks foge do contado com os atacantes, no terceiro gol da Chapecoense tinha de sair de soco na bola, o corpo contra o atacante para que não conseguisse cabecear, mas esperou timidamente a jogada acontecer e foi buscar a bola dentro do gol.
Não vi, dos juniores, ninguém em condições de entrar no time em jogos da série B e convencer.
Quando o nome do Clube está em jogo, torcedor não gosta de perder nem par ou ímpar, meus senhores.
* Roberto Costa é associado do Avaí FC. Foto cima: Diego Carvalho/Aguante/ACF
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